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MINISTRO DA DEFESA CITADO POR CAIXA 2 NA LAVA JATO ACUMULA ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO

MINISTRO DA DEFESA CITADO POR CAIXA 2 NA LAVA JATO ACUMULA ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO

MINISTRO DA DEFESA CITADO POR CAIXA 2 NA LAVA JATO ACUMULA ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO

POLÍTICA

Jungmann (PPS-PE), foi citato na OPERAÇÃO LAVA LATO pelo recebimento em espécie do valor de R$ 100 mil reais de empresas da empreiteira Odebrecht.

Jungmann é um dos políticos listados na planilha apreendida na casa do presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa Silva Junior.

Segundo ele, "o valor recebido de caixa 2 foi apresentado na prestação de contas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), devidamente aprovada sem restrições."

No entanto, Jungmann ainda enfrenta processos no STF, tais como uma Queixa-Crime (Inq 2007) por suposto crime de difamação.

Em abril de 2001, quando ocupava o cargo de ministro do Desenvolvimento Agrário, Jungmann teria acusado a Cooperativa de Produção Agropecuária Catalunha Ltda (Coopacat) de desvio de verbas públicas. 

Segundo a ação, o jornal “Diário de Pernambuco” divulgou, em 17 de abril de 2001, declarações de Raul Jungmann dando conta que o Movimento Sem-Terra (MST) "faz o jogo do latifúndio e dos usineiros falidos ao radicalizar suas ações".

A mesma reportagem informa que o Incra havia constatado desvio de R$ 350 mil de verbas públicas em assentamentos do MST no agreste e no sertão de Pernambuco.

O Supremo Tribunal Federal recebeu AÇÃO do Juizado Especial Criminal do Recife.

A reportagem aponta duas cooperativas acusadas nas auditorias do Incra: a Serra dos Quilombos (Coopasq), em Bonito, no agreste do estado, e o Assentamento Catalúnia (Coopacat), no sertão. 

Ainda segundo a ação, "é lamentável que em um país como o Brasil, pessoa como Jungmann ofenda a reputação de cooperativas, atribuindo-as a prática de fatos que além de não condizerem com a verdade, tem o intuito de macular a sua honra".

Neste meesmo período, o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário do governo Fernando Henrique Cardoso(PSDB/SP), foi denunciado pela Procuradoria da República no Distrito Federal por IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.

A informação consta no site da Procuradoria e informa que a ação também tem como alvo outras oito pessoas e três empresas de comunicação.

O grupo foi acusado de participar de um esquema de desvio de recursos públicos para pagamento de contratos de publicidade no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), durante a segunda gestão de Fernando Henrique Cardoso, de 1998 a 2002, colocando JUNGMANN num plano de investigação por conta de ATOS ILÍCITOS em INQUÉRITOS no JUDICIÁRIO. 

JORNAL DO CENTRO

DO TAMANHO DO BRASIL

11.12.17