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MINISTRA ENVERGONHA JUIZ DO RIO E CONCEDE LIBERDADE À GAROTINHO

MINISTRA ENVERGONHA JUIZ DO RIO E CONCEDE LIBERDADE À GAROTINHO

JUDICIÁRIO

RELEMBRE A AÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL QUE CUMPRIU MANDATO

DE PRISÃO CONTRA DO EX-GOVERNADOR ANTHONY GAROTINHO: 

O ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR 22/RJ), teve sua prisão decreta pelo meritíssimo juiz, Dr. Glaucenir Silva de Oliveira, titular da 100.º Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes/RJ, norte fluminense. 

A VOZ DE PRISÃO foi dada pelos AGENTES da POLÍCIA FEDERAL por volta das 6h da  manhã do dia 16.11.16 (Quarta-Feira), ainda quando Garotinho estava em seu apartamento localizado à Rua Senador Vergueiro, bairro Flamengo, zona sul do Rio. 

Os Agentes da POLÍCIA FEDERAL cumpriram o MANDATO DE PRISÃO PREVENTIVA (SEM DATA PARA TERMINAR), expedido pelo juiz eleitoral que determinou a condução do preso ao Presídio Frederico Marques dentro do Complexo Prisional de Bangu, Zona Oeste do Rio, onde foi dada a entrada de Garotinho ao SISTEMA PRISIONAL. 

A PRISÃO DE GAROTINHO foi devidamente fundamentada com base em um INQUÉRITO INVESTIGATIVO provocado por meio de DENÚNCIAS de COMPRA DE VOTOS  com USO ILÍCITO do PROGRAMA SOCIAL CHEQUE CIDADÃO. 

APÓS PASSAR UM DIA NA CADEIA, O EX-GOVERNADOR

ANTHONY GAROTINHO APRESENTOU PROBLEMAS DE SAÚDE. 

O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR 22/RJ), após ter sido devidamente registrado no SISTEMA PRISIONAL e passar um dia na CADEIA, passou por problemas de saúde cardíaca, provocando sua transferência do Complexo Prisional de Bangu na última noite de 17.11.12(Quinta-Feira), para o Hospital Municipal Souza Aguiar, localizado no Centro do Rio de Janeiro. 

Durante sua internação como paciente deste Hospital Público, Garotinho passou por vários exames médicos.

Após ser novamente denunciado por um suposto tratamento diferenciado de regalias em um  Hospital Público, o mesmo juiz eleitoral que determinou a prisão de Garotinho, também deu ordem para sua transferência imediata ao Hospital do Complexo Penitenciário de Bangu. 

GAROTINHO RESISTIU SER TRANSFERIDO DO HOSPITAL MUNICIPAL SOUZA AGUIAR, CASANDO UM GRANDE TUMULTO.

Os AGENTES DA POLÍCIA FEDERAL foram até o Hospital Souza Aguiar para cumprir uma nova determinação do juiz eleitoral, e por conta disto, um grande tumulto foi gerado na saída do Hospital com manifestações de desespero e resistência do preso. 

O Tumulto foi ainda maior por conta dos gritos, choro e total descontrole emocional da mulher de Garotinho, Rosinha Garotinho, atual prefeita de Campos de Goytacazes e ainda, de sua filha Clarissa Garotinho, deputada Federal. 

Garotinho também se agarrou ao leito para não ser levado pelos Agentes Federais: Assista aos vídeos da confusão:

 

Mesmo com tanto tumulto, o ex-governador do Rio Anthony Garotinho foi transferido a força para o Hospital do Complexo Prisional de Bangu que ele mesmo construiu quando era governador. 

ADVOGADOS DA FAMÍLIA GAROTINHO MOBILIZARAM-SE PARA

DERRUBAR A ORDEM DE PRISÃO EXPEDITA PELO JUIZ ELEITORAL. 

Após o grande tumulto na transferência de Garotinho para o Hospital do Sistema Prisional de Bangu, advogados do escritório de Advocacia da Família Garotinho mobilizaram-se para derrubar a ORDEM DE PRISÃO imposta pelo juiz eleitoral. 

Os advogados de Garotinho agiram com muita rapidez e eficiência para impetrar uma LIMINAR no TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE) direcionado à Ministra LUCIANA CHRISTINA GUIMARÃES LÓSSIO, que acabou determinando que Garotinho fosse transferido em caráter de urgência do Hospital do Complexo Prisional de Bangu para um Hospital da Rede Particular, e ainda, o direito de receber o benefício da PRISÃO DOMICILIAR. 

A decisão da Ministra do Tribunal Superior Eleitoral LUCIANA LÓSSIO foi baseada em Laudos Médicos que mostraram a saúde frágil do paciente Anthony Garotinho. 

Na decisão da ministra, Garotinho poderá ser transferido para uma unidade da rede particular de saúde desde que o ex-governador pague os custos de suas próprias despesas. 

RESTRIÇÕES IMPOSTAS À PRISÃO DOMICILIAR

DO EX-GOVERNADOR ANTHONY GAROTINHO: 

As restrições que foram impostas ao ex-governador Anthony Garotinho dão conta de que somente familiares e seus advogados poderiam visitá-lo. 

Garotinho também não poderá usar qualquer aparelho de comunicação, tais como celulares, computadores, notebooks e outros, enquanto aguarda novas decisões judiciais. 

LEIA AS ARGUMENTAÇÕES DA MINISTRA LUCIANA LÓSSIO:

“Ora, as graves conseqüências que podem ser geradas de uma inapropriada interrupção do tratamento clínico do paciente em ambiente hospitalar exigem do magistrado, redobrada cautela na solução do caso, não se revelando minimamente razoável que a decisão judicial tenha lastro em notícias de supostas regalias, em relação às quais não se indicou nada de concreto."
A ministra também observou que “não cabe à autoridade judiciária avaliar o quadro clínico do segregado, tal como levado a efeito pelo juiz zonal, que assim procedeu sem qualquer embasamento técnico pericial por parte da equipe médica regularmente constituída, atitude, a meu ver, em tudo temerária, ante o risco de gravame à integridade física do custodiado”.
Antes de ser transferido para o Hospital do Complexo Prisional de Bangu, Garotinho ficou internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. 

JORNAL DO CENTRO

DO TAMANHO DO BRASIL

RIO DE JANEIRO / RJ

18.11.16

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL

O Brasil está em festa nesta sexta-feira(24.06.16) por conta da chegada nas mãos do juiz federal Dr.Sérgio Moro, de todos os inquéritos contra o ex-presidente LULA, investigado na OPERAÇÃO LAVA JATO por suposta ligação com as empresiteiras OAS e ODEBRECHT no caso da TRIPLEX DO GUARUJÁ e do SÍTIO em ATIBAIA. 

A decisão foi do ministro Teori Zavascki, alvo em potencial de milhões de posts nas redes sociais contendo críticas pesadas contra ele, por conta da demora no envio ao Judiciário Federal da REPÚBLICA DO PARANÁ, dos inquéritos que podem colocar na cadeia o ex-presidente LULA 

Zavaski é o atual relator da OPERAÇÃO LAVA JATO no STF(Supremo Tribunal Federal (STF).

O juiz federal Dr. Sérgio Moro confirmou nesta sexta-feira(24.06.16) o recebimento dos processos contra o ex-presidente Lula relacionados à OPERAÇÃO LAVA JATO, porém, já havia recebido desde a semana passada.

Também são investigadas as palestras realizadas pelo ex-presidente, contratadas a peso de ouro por empreiteiras envolvidas no escândalo do PETROLÃO por meio da empresa LILS Palestras.

Moro irá investigar se a TRIPLEX DO GUARUJÁ(SP) e o SÍTIO SANTA BARBARA, em Atibaia (SP), pertecem mesmo a LULA, a ainda, as razões pelas quais as empreiteiras Odebrecht e OAS executaram obras milionárias nestas propriedades. 

Moro observou que devem ser juntados aos autos dos processos os grampos telefônicos sobre Lula, exceto o diálogo gravado entre o ex-presidente e a presidente da República afastada, Dilma Rousseff, anulado pela decisão liminar de Zavascki,  ministro do STF.

"Ressalve-se, por óbvio, o diálogo datado de 16/03/2016, entre o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a Exma. Presidente da República Dilma Rousseff, atualmente afastada, já que invalidado", escreveu Moro nesta sexta-feira .

O Ministério Público Federal avaliou que  a conversa entre Lula e Dilma é um dos mais claros exemplos, de “STATUS QUO”,.

Propositalmente, a nomeação de LULA como ministro da Casa Civil ao antigo desgoverno de DILMA ROUSSEFF/PT,  tinha o único objetivo de blindar o ex-presidente contra as investigações da OPERAÇÃO LAVA JATO, transferindo a responsabilidade de julgamento ao STF, composto por mais de 5 ministros indicados por LULA e que devem o favor a ele.

Na interceptação telefônica feita pela POLÍCIA FEDERAL, lula afirmou que seu o STF era “uma corte totalmente acovardada”.

Ao analisar um pedido da defesa da presidente afastada Dilma Rousseff sobre a legitimidade dos grampos, na semana passada, Teori Zavascki criticou enfaticamente a decisão de Sergio Moro.

Para o ministro, o juiz federal usurpou a competência do STF ao dar publicidade às conversas telefônicas envolvendo Dilma Rousseff.

No entanto, Moro foi elogiado por magistrados federais pela coragem que teve de expor ao Brasil a podridão dentro da POLÍTICA NACIONAL BRASILEIRA.

Segundo Teori, não caberia a Moro valorar a utilidade ou não da conversa entre Lula e Dilma sobre a nomeação do ex-presidente para a Casa Civil.

"A violação da competência do Supremo Tribunal se deu no mesmo momento em que o juízo reclamado [Sergio Moro], ao se deparar com possível envolvimento de autoridade detentora de foro na prática de crime, deixou de encaminhar a este Supremo Tribunal Federal o procedimento investigatório para análise do conteúdo interceptado.

E, o que é ainda mais grave, procedeu a juízo de valor sobre referências e condutas de ocupantes de cargos [com foro privilegiado].

Mais ainda: determinou, incontinenti, o levantamento do sigilo das conversas interceptadas, sem adotar as cautelas previstas no ordenamento normativo de regência, assumindo, com isso, o risco de comprometer seriamente o resultado válido da investigação", atacou Teori.

JORNAL DO CENTRO/PR
DO TAMANHO DO BRASIL
24.06.16
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