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GENERAL PAULO CHAGAS AVALIA LUTA PATRIÓTICA PELO BRASIL

GENERAL PAULO CHAGAS AVALIA LUTA PATRIÓTICA PELO BRASIL

DEFESA NACIONAL

A minha avaliação sobre a situação da luta empreendida pelo Brasil para livrar-se do PT, mal do qual foi acometido há 13 anos, é positiva quando a faço sob o prisma do desgaste sofrido pela moléstia.

As condições para a conquista do nosso objetivo principal (Fora Dilma/PT) estão cada dia mais favoráveis, ou seja, na medida em que tudo vai mal e cada vez pior, as possibilidades de resistência da doença são menores.

O mundo todo, por intermédio do mercado, nos manda esta notícia.

As bolsas sobem e o dólar cai a cada desgaste do governo.

Basta ver as consequências da interpelação do cidadão Lula da Silva, até há poucos dias endeusado por alguns como um ser acima da lei e de todos.

A ação da Lava Jato sobre o Cafajeste Mor, auto intitulado de “jararaca”, deu-lhe mídia e oportunidade para espernear e mostrar-se como vítima da burguesia invejosa e, pior, deu-lhe ocasião para insuflar irresponsavelmente as bases insanas que ainda o apoiam, seja por ignorância, seja por temor da verdade.

Preferia tê-lo visto curtir mais um pouco a ansiedade da chegada da sua hora, como devem sentir-se os condenados a espera do cumprimento da pena.

Não há mais argumentos capazes de proteger o governo, o PT e o Lula.

Veja-se o prestígio da Lava Jato e do Juiz Sérgio Moro, o embargo do STF ao novo Ministro da Justiça, a autorização para continuar as investigações sobre Lula, a mudança de atitudes de “aliados” no STF, as delações do Delcídio e do ex-presidente do PP e, agora, parece, do já condenado Marcelo Odebrecht, entre outros indicadores.

Quanto mais se mexe nessa massa, mais ela fede e não há como esconder o fedor!

O impeachment vai crescer de importância e de força após o 13/03 e esta ainda me parece a melhor e menos traumática linha de ação, na medida em que, sem mudanças mais significativas na estrutura institucional do País,– independente do prosseguimento da Lava Jato – coloca o maior dos partidos na condição de ser o responsável pelo que acontecer ou deixar de acontecer na República.

Isto deverá acalmar o mercado e dar início ao processo de abertura dos paraquedas antes de chegarmos ao fundo do poço!

Michel Temer sabe que depende das ruas e das FFAA para garantir a governabilidade após a saída da Dilma e do PT e, se não for burro, saberá ouvi-las e prestigiá-las na medida das necessidades e das disponibilidades nacionais.

Os militares já deixaram claro que não vão aceitar qualquer alternativa fora da legalidade, daí a importância de que sejam seguidos irrestritamente os ritos da lei e que a solução seja a mais simples.

A substituição natural da “Chefa” pelo seu “Subchefe” deverá manter a situação da ordem sob controle, mesmo com estremecimentos pontuais mais ou menos graves, já que os militares serão os garantidores do poder e da paz social e suporte à tomada das decisões politicamente incorretas que se fazem necessárias, particularmente com relação aos ditos movimentos sociais e sindicais e ao seu pouco provável apoio externo.

A reação do mercado fará o resto, isto é, mostrará aos menos ignorantes e minimamente honestos que o processo de reversão terá começado.

A presença mais ostensiva dos militares na sustentação da Lei e da Ordem deverá arrefecer os ímpetos, embora, possivelmente, venha a ser necessário arrestar alguns desordeiros e exaltados para assegurar o cumprimento das regras do jogo e para mostrar que o Brasil está mudando para melhor.

De qualquer forma, durante o período de governo de transição, seja ele qual for, teremos que colocar na mesa e nas ruas, com clareza e veemência, as nossas exigências para o que virá em 2019.

“Um choque de valores terá de vir da sociedade, ser aplicado nela própria, assimilado pelas famílias e adotado por um sistema educacional moral e profissionalmente depurado, desideologizado e recuperado, capaz de gerar cidadãos íntegros e cientes de que liberdade sem disciplina esgarça o sistema social”(General de Brigada Luiz Eduardo Rocha Paiva)

É o que penso e que espero que aconteça.

Autor: Geneneral de Brigada Paulo Chagas

 JORNAL DO CENTRO

12.03.16

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DEFESA NACIONAL

IVES GANDRA INCITA AS FORÇAS ARMADAS A TOMAR O PODER

O Judiciário Brasileiro está desmoralizado por conta da Constituição Federal de 1988 ter sido usurpada pelas decisões arbitrárias e comunistas do Supremo Tribunal Federal(STF).

Com o atropelamento do judiciário pelo governo corrupto de Dilma Rousseff/PT, as instituições passaram a não funcionar dentro da Lei e da Ordem.

Isto se deve à corrupção sistêmica implantada pelo Foro de São Paulo, onde Lula e o ditador Fidel Castro são os cabeças.

A operação Lava Jato revelou que o Executivo Federal assumiu a posição de corrupto e corruptor, aliciando o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, além de arrastar as demais instituições do Brasil.

E o pior de tudo, colocar os Generais das Forças Armadas sob o comando de eminentes réus na operação Lava Jato, a citar, os comunistas Jaques Vagner/PT-BA, da Casa Civil, e Aldo Rebelo/PC do B/SP, da Defesa.

Esta mais que provado que os Três Poderes estão à serviço de um Partido Político de ideologias esquerdistas, e não da nação conforme manda a LEI.

Portanto, os Três Poderes perderam a sua legitimidade constitucional, passando a ser promotores dos planos comunistas de perpetuação no poder pelo poder.

Diante deste quadro de extrema gravidade para o Brasil, o programa Direito e Justiça em Foco entrevistou os jurista Dr. Ives Gandra Martins e o Dr. Carlos Henrique Abrão.

Na entrevista, Ives afirma que cabe às FORÇAS ARMADAS restabelecer a LEI e a ORDEM do Brasil, e não voltar ao poder como em 64.

Com esta afirmação, a chama da Intervenção Militar Federal voltou a ser acesa em todas as mentes intervencionistas no Brasil e no mundo.

Ives incita as FORÇAS ARMADAS à tomarem o PODER CENTRAL para que o Brasil tenha a possibilidade de restabeler a LEI e a ORDEM, já que os Três Poderes estão corrompidos, usurpados e sem legitimidade jurídica.

Ele relembra que o nome da presidente comunista Dilma Rousseff/PT, foi citado 11 vezes na Operação Lava em delações dos réus já presos, que o presidente do senado Federal, o senador Renan Calheiros/PMDB-AL, está sendo investigado por crimes de Lavagem de Dinheiro, Peculato, Falsidade Ideológica, Utilização de Documentos Falsos, o qual teve a quebra do sigilo bancário e fiscal autorizados pelo STF.

 Já o deputado Eduardo Cunha/PMDB-RJ, presidente da câmara dos Deputados Federais, foi citado inúmeras vezes na Operação Lava Jato com acusações de manter conta secreta no exterior, envolvimento direto nos esquemas de corrupção dentro da Petrobrás e liderar uma quadrilha de corruptos.

Duas casas legislativas tem seus presidentes citados no maior esquema de corrupção da história do mundo; o STF demonstra claramente que existe para servir as ordens do Partido dos Trabalhadores(PT), por conta de ser formado por 8(oito) Ministros indicados pelo ex-presidente Lula/PT-SP.

E para piorar, a presidente comunista Dilma Rousseff/PT, se apresenta como um mero objeto de uso político para o Brahma(Luiz Inácio Lula da Silva).

Ives reafirma que o artigo 142 da Constituição Federal respalda as FORÇAS ARMADAS à agirem imediatamente para frear o avanço da corrupção sistêmica no Brasil, de forma que os generais do Exército Brasileiro devem anunciar a tomada do PODER CENTRAL DO PAÍS para cumprir a LEI, protegendo os valores da Pátria e o restabelecimento da ORDEM entre os poderes constituidos.

Já no artigo 49, inciso 11 da Constituição Federal, Ives alerta que:

É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

XI - zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes;

Esse artigo responde a invasão de direitos legais do Senado Federal e da Câmara dos Deputados Federais, exercida pelo STF(Supremo Tribunal Federal), que desacatou a constituição e o regimento interno das Casas Legislativas, em detrimento de benesses ao PT e aos acusados na Operação Lava Jato.

Ou seja, Ives  alerta que devemos repudiar a invasão que o STF impõe à competência da União, amesquinhando a Câmara dos Deputados, tornando-a uma casa inferior em relação ao Senado Federal, de forma que o senado passou a não mais julgar os atos de improbidade da presidente da república, mas da própria câmara, tornando-se poderes banalizados.

E neste contexto, o desembargador Dr. Carlos Henrique Abrão alerta que o judiciário do Brasil entrou num sistema de “banalização da judicialização no país”.

“Tudo hoje passa nas mãos dos tribunais em primeira e segunda instância, e isto não é bom. Pois devemos preservar os princípios da separação dos poderes.

E mais do que tudo, nos temos que olhar que o estado "babá", que cria benefícios sociais não vai transformar a cidadania em uma cidadania babaca.

Então o Brasil precisa reagir, precisa viver em um estado de indignação, para remover todo este entulho, este lixo que não é reciclável.

E se não houvesse uma mobilização pela sociedade civil, nos correríamos o risco de viver o maior retrocesso em 2016." pontou.

Pode-se perceber que os juristas em todo o Brasil se mobilizam pelo DESPERTAR DA LUTA PATRIÓTICA, como recomendou o NOBRE GENERAL MOURÃO, demitido do comando do Exército no Sul do País, apenas por dar esta declaração à sociedade.

 JORNAL DO CENTRO

13.01.16

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