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EM RUÍNAS, OBRA DO MERCADO PÚBICO CENTRAL PAROU NO TEMPO

EM RUÍNAS, OBRA DO MERCADO PÚBICO CENTRAL PAROU NO TEMPO

COMÉRCIO & VAREJO

EM RUÍNAS, OBRAS DO MERCADO

PÚBLICO CENTRAL PAROU NO TEMPO.

 O ano novo chegou, as mentiras foram expostas ao público e a máscara caiu por meio dos fatos reais que marcam a história de atraso econômico, comercial e turístico da capital do estado do Piauí, Teresina.

O velho mercado público de Teresina, conhecido como Mercado Central ou Mercado São José, está localizado na entre as ruas João Cabral com frente para a Praça Marechal Deodoro ou Praça da Bandeira (Antiga Praça da Constituição), e rua Riachuelo que se articulam com a Rua Lisandro Nogueira (Antiga Rua da Glória).

As obras de edificação do Mercado Central São José ou “Mercado Velho” foram iniciadas no século XIX, por volta de 1854, nos primórdios da implantação da própria cidade pelo Conselheiro José Antônio Saraiva, e representa não só um patrimônio histórico da cidade, mas ainda, um referencial econômico, cultural e turístico.

A passagem do ano de 2015 para 2016 está marcada com várias obras paradas ou atrasadas no tempo e no espaço pelas mãos da prefeitura de Teresina, que se arrastam por 3 anos no mandato do prefeito Firmino Filho (ex-PSDB), marca registrada de sua gestão em tempos passados.

A turma da comunicação da prefeitura de Teresina escreve muito bem grandes ilusões ou estorinhas cheias de blábláblá, com intuito de engabelar ou mascarar os fatos que prejudicam permissionários do mercado(lojistas), a imagem da cidade para o turismo, e ainda, mascarar o terrível efeito da incompetência administrativa que gera o Subdesenvolvimento Econômico.

 ÁREA DO MERCADO CENTRAL

O Mercado Central de Teresina, com quase 2 mil metros quadrados, pertence ao patrimônio histórico municipal da cidade e integra o conjunto arquitetônico do Centro Histórico. Com mais de meio século de existência, o Mercado Central já passou por sucessivas reformas e acréscimos ao longo dos anos, descaracterizando sua tipologia românica.

PREJUÍZOS IRREPARÁVEIS

Os micro empreendedores (permissionários ou lojistas) estão mau representados pelo Sidlojas, pela Associação Comercial Piauiense e pela CDL(Camara Dirigente de Logistas) e pela própria Associação dos Permissionários do Mercado São José.

POR QUÊ?

Pelo fato de não se ter uma reação imediata em prol do interesses coletivos em relação da defesa da geração de divisas econômicas, expansão turística e fortalecimento comercial do Mercado São José.

As obras de reforma não são questionadas ou acompanhadas por representantes destas agremiações, facilitando o sucesso do bel prazer da prefeitura de Teresina que vai arrastando a conclusão das obras, até conseguir destruir por completo as esperanças e os investimentos dos permissionários.

O transtorno se consolida na queda livre das vendas, não só para estes lojistas, mas para toda o Centro de Teresina que amarga os efeitos do atraso nas obras de reforma do Mercado São José.

Movimento gera movimento e estimula vendas, emprego e renda

Proposital ou não, o Ministério Público deveria se mexer mais para intervir neste processo doloroso de asfixiamento da vitalidade comercial do Centro de Teresina, devido à morosidade ou falta de emprenho nas obras públicas da prefeitura de Teresina. 

VALOR DA OBRA

O valor emprenhado pela prefeitura de Teresina é de R$ 3 milhões de Reais, divididos em duas etapas. (por que?)

Segundo a própria prefeitura, R$ 2 milhões de reais oriundos dos cofres municipais, e, R$ 1 milhão de reais oriundos dos cofres do Ministério do Turismo.

Porém, seriam necessários R$ 25 milhões de reais para reformar os quase 2 mil metros quadrados do Mercado São José, colocando-o no topo dos cartões Postais de Teresina, capital do Piauí. Além disso, como referência turística, comercial e histórica.

RESULTADOS DA INCOMPETÊNCIA ADMINISTATIVA

 Os resultados de tanta incompetência administrativa da gestão do prefeito Firmino Filho(ex-PSDB), se traduz na total destruição da livre iniciativa como princípio da ordem constitucional econômica.

 O artigo 170 da constituição Federal de 1988 assegura que:

A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:

 - soberania nacional;

II - propriedade privada;

III - função social da propriedade;

IV - livre concorrência;

- defesa do consumidor;

VI - defesa do meio ambiente;

VI - defesa do meio ambiente, inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003);

VII - redução das desigualdades regionais e sociais;

VIII - busca do pleno emprego;

IX - tratamento favorecido para as empresas brasileiras de capital nacional de pequeno porte.

IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 6, de 1995)

Parágrafo único. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.

 REALIDADE DO MERCADO CENTRAL DE TERESINA.

 Permissionário amargam queda de 80% nas vendas, levando-os à uma situação de recessão e desespero econômico, senão a falência, o que significa dizer que a prefeitura de Teresina promoveu a falência de todos.

 Não é segredo pra ninguém que a região do Mercado Central é considerada de Cracolândia (local de uso e venda de drogas), e com a obra do Mercado parada, as dependências históricas viraram abrigo para os tais viciados, mendigos e bandidos.

Além disso, não há normas de higiene,  conservação e exposição de produtos, não há normas de segurança pública, não há sinalização de trânsito adequado, não foram disponibilizadas áreas de carga e descarga para veículos, não há padrões de segurança alimentar, não há padrões de limpeza e organização do lixo para devida remoção, não há um programa de controle de pragas, insetos e ratos, que seriam amplamente resolvidos por meio de ações de dedetização, entre outras normas necessárias.

PORTAL DO CENTRO TERESINA/PI 
DO TAMANHO DO BRASIL
17.12.15

 

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