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DELEGADO CORRUPTO DA POLÍCIA FEDERAL É PRESO EM OPERAÇÃO CORRUMPERE

DELEGADO CORRUPTO DA POLÍCIA FEDERAL É PRESO EM OPERAÇÃO CORRUMPERE

POLÍCIA FEDERAL DO BRASIL

A CORRUPÇÃO SISTÊMICA NO BRASIL está SEM CONTROLE. 

Dentro da Instituição Polícia Federal do Brasil, mais um ESCÂNDALO esta sendo noticiado em toda a imprensa nacional, chegando a ecoar no exterior em vários jornais, rádios e canais de televisão. 

Mais uma EXEMPLAR PRISÃO aconteceu na tarde do dia 25 de fevereiro de 2017 (Sábado) ao norte do estado do Paraná, aonde investigados vinham sendo monitorados pela POLÍCIA FEDERAL DE BRASÍLIA por ATOS ILÍCITOS DE CORRUPÇÃO.

Foram presos o próprio Delegado da Polícia Federal de Londrina/PR, Sandro Viana dos Santos, e um empresário da área do setor de Segurança, Clodoaldo Pereira dos Santos, conhecido como “Tigrinho”, dono do Grupo TGE Vigilância e Segurança, que atuava na intermediação dos ATOS ILÍCITOS com respectivo recebimento de PROPINAS em favor de ambos.

As investigações apontaram que o delegado Sandro Viana e o vulgo "Tigrinho", receberam o valor de R$ 35 mil reais de um empresário que respondia a um processo criminal num inquérito instaurado em 2015.

Em troca do valor pago (PROPINA), o delegado prometeu o arquivamento do processo com regalias jurídicas ao empresário para que este não fosse indiciado e condenado pelo Judiciário de Londrina/PR. 

De acordo com a POLÍCIA FEDERAL DE BRASÍLIA, o inquérito aberto em 2015, foi concluído em janeiro de 2017 sem nenhum indiciado. 

A VOZ DE PRISÃO ao delegado da Polícia Federal do Paraná, Sandro Viana dos Santos e à Clodoaldo Pereira dos Santos, intermediador dos PAGAMENTOS DE PROPINA, foi dada pelos agentes do Serviço de Contra-Inteligência da POLÍCIA FEDERAL DE BRASÍLIA em um Bar, dentro do Mercado Municipal Shangri-lá, localizado na Rua Visconde de Mauá, 168, Jardim Shangri-lá, Londrina/PR.

Cerca de 40 policiais federais cumpriram 6 mandados judiciais, sendo 2 de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão, todos efetivados em Londrina, cidade ao norte paranaense. 

As ORDENS JUDICIAIS foram expedidas pela Vara Federal Criminal de Londrina. 

A OPERAÇÃO batizada com o nome de CORRUMPERE, que é uma referência ao ato de corromper INSTITUIÇÕES e AGENTES PÚBLICOS, desarticulou uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA composta pelo delegado da Polícia Federal de Londrina/PR, Sandro Viana dos Santos e o empresário da área do setor de Segurança, Clodoaldo Pereira dos Santos, conhecido como “Tigrinho”, dono do Grupo TGE Vigilância e Segurança, que atuava na intermediação dos ATOS ILÍCITOS DE CORRUPÇÃO.

De acordo com a POLÍCIA FEDERAL DE BRASÍLIA, o delegado Sandro Viana foi preso no momento em que dividia uma propina de R$ 35 mil com o intermediador que o auxiliou a extorquir o dinheiro de outro empresário da área de segurança privada da cidade.

Segundo o chefe da divisão de contra-inteligência da POLÍCIA FEDERAL DE BRASÍLIA, o delegado FELIPE BARROS LEAL, o delegado da Polícia Federal de Londrina/PR, Sandro Viana, era responsável pela investigação contra outro empresário também da área de segurança privada, indiciado em inquérito em 2015.
Por meio do intermediário “Tigrinho”, dono do GRUPO TGE Vigilância e Segurança, foi exigido o pagamento do valor de R$ 35 mil reais em PROPRINA, sendo que o delegado Sandro Viana ficaria com R$ 20 mil reais, e “Tigrinho” com R$ 15 mil reais, segundo as informações prestadas na coletiva de imprensa.

Os presos foram transferidos para Brasília onde prestarão depoimento, e o empresário Clodoaldo Pereira dos Santos retornará para um presídeo de Londrina/PR, onde cumprirá pena.

De acordo com seus CRIMES, eles responderão por:

1)   CORRUPÇÃO PASSIVA;

2)   ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA;

3)   PECULATO;

4)   PREVARICAÇÃO;

5)   CONCUSSÃO;

6)   EXTORÇÃO. 

Além desta MEDIDA EXEMPLAR para COMBATER A CORRUPÇÃO SISTÊMICA dentro da Instituição Polícia Federal do Brasil, referente a mais este novo ESCÂNDALO, todos os inquéritos e investigações conduzidas pelo delegado preso, Sandro Viana, antes de serem distribuídos para outros delegados, vão passar por uma revisão para apurar possíveis irregularidades, como a que motivou a prisão dele. 

JORNAL DO CENTRO 

DO TAMANHO DO BRASIL

LONDRINA/PR

01.03.17

POLÍCIA FEDERAL DO BRASIL

Foi preso na manhã desta Quinta-Feira(17.11.16), o ex-governador do Rio de Janeiro, SÉRGIO CABRAL (PMDB-15/RJ), um dos braços fortes dos ex-presidentes comunistas LULA e DILMA, acusados de serem os cabeças do CRIME POLÍTICO ORGANIZADO e SISTÊMICO NO BRASIL.

A POLÍCIA FEDERAL por meio da OPERAÇÃO LAVA JATO, iniciou sua nova fase para desmantelar a QUADRILHA CRIMINOSA DO PMDB-15 / RJ, saqueadores dos cofres públicos e desfavor da NAÇÃO brasileira.

 A GRANDE MÁFIA CRIMINOSA INSTALOU-SE NO RIO DE JANEIRO

 Segundo a COLETIVA da POLÍCIA FEDERAL à IMPRENSA, SÉRGIO CABRAL DESVIOU R$ 250 MILHÕES DE REAIS em PROPINAS. 

CABRAL (PMDB-15/RJ), é visto pela POLÍCIA FEDERAL como um dos políticos mais CORRUPTOS e PERIGOSOS da história do Rio de Janeiro e do Brasil.

As acusações que pesam sobre o ex-governador são gravíssimas, com fatos comprometedores de DESVIO DE RECURSOS PÚBLICOS na ordem de 250 MILHÕES DE REAIS EM PROPINA, por meio de contratos de obras com diversas empreiteiras envolvidas em esquemas de corrupção.

CABRAL foi preso em um dos desdobramento da OPERAÇÃO LAVA JATO, denominada OPERAÇÃO CALICUTE, que investigou o recebimento de PROPINAS EM OBRAS SUPER FATURADAS no Rio. 

O nome da operação refere-se à expedição de Pedro Álvares Cabral às Índias, que marcou a ascensão e queda do navegador.

INVESTIGAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

O MISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA DO PARANÁ descobriu que CABRAL liderou um grande esquema de corrupção para desviar o valor de R$ 250 milhões de reais dos impostos públicos federais pagos pelos contribuintes do Rio, utilizando CONTRATOS DE SUPER FATURAMENTE DE OBRAS com diversas empreiteiras do estado.

A ex-primeira dama Adriana Ancelmo, advogada e esposa de CABRAL, foi conduzida coercitivamente para prestar depoimento na sede da POLÍCIA FEDERAL do Rio de Janeiro. 

MANIFESTAÇÃO NA PORTA DA CASA DE SÉRGIO CABRAL. 

Como sempre, todos os políticos envolvidos em CORRUPÇÃO, parecem saber antecipadamente quando vão ser presos por conta de seus atos criminosos contra o erário público.

Por conta disto, pagam grupos e movimentos sociais para promover manifestações que chamem a atenção a opinião pública, da imprensa e do poder judiciário, como forma de blindagem contra a aplicação da LEI.

Ocorre que, a POLÍCIA FEDERAL ao chegar na casa de CABRAL para dar VOZ DE PRISÃO à ele,enfrentou abordagem por inúmeros manifestantes e jornalistas estavam no local e de prontidão.

A Polícia teve que usar Spray de Pimenta contra os manifestantes e a imprensa, para dispersar a confusão.

O fato registrou o desrespeito pelos profissionais de Imprensa no Brasil, e por conta disto, a polícia reafirma portar-se com postura desproporcional e truculenta contra atividades jornalísticas instituídas em LEI. 

O RIO DE JANEIRO ENTRA EM CONVULSÃO SOCIAL,
ACENDENDO O BOTÃO DA INTERVENÇÃO MILITAR FEDERAL. 

Quem será os próximos a serem presos no Rio?

Seria a próxima prisão direcionada ao prefeito Eduardo Paes(PMDB-15/RJ) ou ao atual governador PEZÃO(PMDB-15/RJ), entre outras figuras pares da CORRUPÇÃO SISTÊMICA do CRIME POLÍTICO ORGANIZADO no Rio? 

O que se vê um clima de extrema CONVULSÃO SOCIAL NO RIO, o que acende o BOTÃO de uma possível INTERVENÇÃO MILITAR FEDERAL de acordo com os artigos 142 e 144 da CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ( LEIA NA CF/88). 

NOVOS MANDATOS DE PRISÃO SERÃO CUMPRIDOS NO RIO. 

Em menos de 24 horas, SÉRGIO CABRAL  foi o segundo político e ex-governador do CRIME POLÍTICO ORGANIZADO NO RIO, a ser preso pela POLÍCIA FEDERAL. 

Na última Quarta-Feira(16.11.16), o ex-governador ANTHONY GAROTINHO (PR-22/RJ), foi preso por determinação do JUDICIÁRIO ELEITORAL, acusado de COMPRA DE VOTOS com utilização criminosa do programa social CHEQUE CIDADÃO. 

Com a prisão desses dois ex-governadores, a CONVULSÃO SOCIAL aumentou ainda mais no estado do Rio, aquecendo os ânimos de milhares de manifestantes em protesto frente a ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA do Rio.

A maioria dos servidores da SEGURANÇA PÚBLICA protestava contra a aprovação em LEI de um PACOTE DE MEDIDAS para bloquear PAGAMENTOS DE SALÁRIOS INTEGRAIS EM DIA. 

CORRUPÇÃO SISTÊMICA CAUSOU CRISE FINANCEIRA NO RIO. 

O Estado do Rio vive hoje uma grande CRISE FINANCEIRA, causada por rombos nas contas e nos cofres públicos, através do CRIME POLÍTICO ORGANIZADO do RIO. 

Patriotas que servem as FORÇA DE SEGURANÇA do RIO, configuradas na CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 como APARELHOS DO ESTADO na promoção da INCOLUMIDADE DOS CIDADÃOS, estão recebendo seus salários em miseráveis parcelas há meses, comprometendo forçadamente a dignidade familiar. 

POLÍTICOS CORRUPTOS NÃO SE CANSAM DE ROUBAR O
DINHEIRO DOS IMPOSTOS PAGOS PELOS CONTRIBUINTES. 

O mesmo que acontece em todo o Brasil, se explica pelos eventos de CAOS SOCIAL e ADMINISTRATIVO do Rio, que colocou a capital carioca e o estado numa gravíssima CONVULSÃO SOCIAL. 

Mesmo com o estado do Rio de Janeiro falido pela CORRUPÇÃO SISTÊMICA, os governadores ainda tiveram a cara de pau, falta de vergonha e disparate de pedir socorro ao Governo Federal, como forma de roubar mais e enganar a opinião pública de que estão tentando minimizar a dívidas nas contas públicas. 

O caso se explica quando o agora presidiário, SÉRGIO CABRAL, ao ser eleito em 2006 e reeleito em 2010, deu continuidade nas desgraças contra o povo do Rio de Janeiro,  elevando seu STATUS QUO e tornando o Rio um ÍCONE NACIONAL de ABANDONO,DESCASO PÚBLICO e IMPUNIDADE. 

DEPOIS DE AFUNDAR O RIO NUM MAR DE LAMA,

SÉRGIO CABRAL SAIU PELAS PORTAS DOS FUNDOS 

CABRAL cumpriu seu mandato até o ano de 2014, quando abandou sua gestão no Governo do Rio pela porta dos fundos, publicando uma breve carta de renúncia. 

Engajado em ser candidato ao Senado Federal ou à Câmara do Deputados, CABRAL acabou não disputando nenhum dos pleitos eleitorais naquele ano. 

Apesar da saída melancólica, Cabral conseguiu eleger seu sucessor naquele ano, o atual governador Luis Fernando Pezão, também do (PMDB-15/RJ). 

A JUSTIÇA FEDERAL DO PARANÁ TRABALHOU ATIVAMENTE

PARA PROMOVER O SUCESSO DA OPERAÇÃO CALICUTE. 

A POLÍCIA FEDERAL afirma que as investigações da OPERAÇÃO CALICUTE descobriram um sistema de CATELIZAÇÃO DE GRANDES OBRAS EXECUTADAS COM RECURSOS FEDERAIS MEDIANTE O PAGAMENTO DE PROPRINA À AGENTES ESTATAIS. 

Segundo a PF, o cabeça da CARTELIZAÇÃO era o ex-governador

do Estado do Rio. SÉRGIO CABRAL. 

OBRAS SUPER FATURADAS DENTRO DO SISTEMA DE

CATELIZAÇÃO DE GRANDES OBRAS FEDERAIS

As principais obras investigadas são:

1) Reforma do Estádio do Maracanã, no valor de 1,5 bilhões de reais;

2) Construção do Arco Metropolitano, orçado em 1,5 bilhões de reais;

3) PAC das Favelas, no valor de 1,1 bilhões de reais. 

Todas as obras foram feitas na gestão dos presidentes comunistas da esquerda usurpadora, LULA e de DILMA ROUSSEFF do PT,

utilizando os citados recursos federais para pagamentos de propinas e dinheiro superfaturado às empreiteiras Andrade Gutierrez e pela Carioca Engenharia. 

GESTORES PÚBLICOS RECEBEM DINHEIRO ILEGAL DE PROPINA

PARA PLANEJAR E AUTORIZAR LICITAÇÕES DE OBRAS PÚBLICAS. 

O caso do ex-governador SÉRGIO CABRAL e um espelho do que acontece com todos os governos de estado, prefeituras, câmaras de vereadores, de deputados estaduais, federais e até no senado federal. 

Os gestores públicos se enriquecem ilicitamente por meio de pagamento de propinas, agindo criminosamente para planejar e autorizar obras estruturantes dentro de uma cidade ou estado da federação brasileira. 

Segundo a POLÍCIA FEDERAL, SÉRGIO CABRAL recebeu aproximadamente R$ 250 milhões de reais em PROPINA, planejando e autorizando a OBRAS SUPERFATURADAS citadas acima, por meio do recebimento de dinheiro ilícito. 

EM TODO O BRASIL AS LICITAÇÕES PÚBLICAS SÃO FORJADAS

PARA BENEFICIAR UM AMPLO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO. 

Os agentes federais provaram que CABRAL cobrava uma "mesada" das empreiteiras que realizavam as obras federais superfaturadas no Rio. 

As LICITAÇÕES eram forjadas para que as empreiteiras envolvidas no esquema, ganhassem a realização das construções ou reformas das obras. 

A propina era calculada em 5% do total de cada obra para Cabral, mais 1% de "taxa de oxigênio", que era repassado à secretaria de Obras do Estado. 

O esquema ocorreu desde 2010 e segundo a PF, ultrapassou o Governo Cabral, chegando na gestão de Pezão, que poderá ser o próximo a ser preso a qualquer momento. 

Os pagamentos eram feitos em espécie, mas também por meio de veículos comprados, móveis, maquinário agrícola e até jóias, relógios e vestidos de festa para a ex-primeira dama, a advogada Adriana Ancelmo. 

A POLÍCIA FEDERAL FEZ UMA FAXINA GERAL

E CONFISCOU BENS NA CASA DE SÉRGIO CABRAL. 

A POLÍCIA FEDERAL apreendeu milhões de dinheiro vivo escondidos dentro da casa de SÉRGIO CABRAL, além de automóveis, obras de arte e outros objetos que teriam sido usados como pagamento. 

ATUANÇÃO DO DR. SÉRGIO MORO NA OPERAÇÃO CALICUTE. 

O juiz federal DR. SÉRGIO MORO participou ativamente desta operação.

A 13ª Vara Federal de Curitiba expediu mais 14 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária, além daqueles expedidos pela Vara do Rio.

SÉRGIO CABRAL foi alvo de dois mandados de prisão expedidos, um por Curitiba e outro pelo Rio. 

COORDENAÇÃO DA OPERAÇÃO LAVA JATO DO RIO FOI ATUANTE. 

Foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, 38 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão preventiva.

Além de CABRAL, o ex-assessor Wagner Jordão Garcia e o ex- secretário de Governo Wilson Carlos também tiveram prisão decretada. 

A princípio, CABRAL ficará preso na penitenciária de Bangu 8/RJ, fazendo companhia para Garotinho, preso por COMPRA DE VOTOS. 

Ambos estão sendo investigados por crimes de ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA, CORRUPÇÃO PASSIVA E ATIVA, LAVAGEMD E DINHEIRO, entre outros crimes. 

JORNAL DO CENTRO

DO TAMANHO DO BRASIL

RIO DE JANEIRO / RJ 

17.11.16

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