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DELATOR ENTREGA PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL À OPERAÇÃO LAVA JATO

DELATOR ENTREGA PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL À OPERAÇÃO LAVA JATO

POLÍTICA

SENADO FEDERAL ACENDE BOTÃO VERMELHO!

INTERVENÇÃO MILITAR FEDERAL PREVISTA NO ART. 142 É EMINENTE

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros(PMDB/AL), acaba de ser atingido em cheio pela delação premiada do ex-presidente da TRANSPETRO, Sérgio Machado, preso na OPERAÇÃO LAVA JATO por envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras.

Segundo Machado, Renan recebeu durante 10 anos, de 2004 à 2014, um total de R$ 32,2 milhões de reais ilícitos, dos quais foram descontados da vultuosa cifra de R$ 100 milhões repassados ao PMDB, o maior partido corrupto do Brasil.

CONFIRA PLANILHA DE PROPINAS PAGAS À RENAN CALHEIROS:

 Em sua delação premiada, Sérgio Machado, ex-presidente da TRÂNSPETRO, afirma que pagou propina ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). por cerca de 10 anos consecutivos enquanto era o presidente estatal brasileira por indicação da cúpula do PMDB. 

O primeiro pagamento foi de R$ 300 mil reais entre os anos de 2004 e 2005.

A partir de então, segundo o delator, eles se reuniam mensal ou bi mensalmente para acertar os pagamentos que eram controlados por Machado por meio de um fundo virtual “apurando mensalmente os créditos junto as empresas que tinham contrato com a Transpetro e decidindo os repasses conforme as circunstâncias.” Explicou Sérgio Machado.

O presidente do Senado disse nesta quarta-feira (15) que o delator apenas cita seu nome, “mas não prova nada” que possa comprometê-lo.

“Machado cita, mas não prova nada. Com relação a mim, eu nunca autorizei ninguém para falar em meu nome em nenhum lugar. Todas as doações que recebi em campanhas, foram doações legais e com contas prestadas à Justiça e aprovadas.De modo que eu não tenho nada, absolutamente, a temer." Pontuou.

A íntegra da delação de Machado, de 400 páginas, foi tornada pública nesta quarta, após ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Em troca da colaboração, ele pode ter eventuais penas reduzidas

O conteúdo da delação de Machado foi divulgado um dia após o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, negar pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que Renan fosse preso por tentar interferir na Lava Jato.

O pedido de Janot se baseou na delação de Machado e nas conversas gravadas por ele com Renan e outros líderes do PMDB.

A partir de 2008, contudo, os repasses teriam se intensificado.

“Inicialmente os repasses para Renan Calheiros eram incertos de data, sem periodicidade definida, mas se tomaram anuais em 2008, quando o depoente passa a repassar a Renan cerca de R$ 300 mil por mês durante dez ou onze meses por ano”, disse Machado na delação.

Ainda de acordo com ele, além dos pagamentos de propina referente aos contratos de empresas com a Transpetro, nos anos eleitorais o “caixa paralelo” de Renan era acrescido pelas doações oficiais das mesmas empresas.

NOTA DIVULGADA PELO RPESIDENTE DO SENADO FEDERAL

“O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nesta Quarta-Feira(15.06.16), uma nota pública para rebater as declarações do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que se tornou pública em sua delação premiada.

“O Senador Renan Calheiros reafirma que jamais recebeu recursos de caixa dois ou vantagens de quem quer que seja. Todas as doações de campanhas eleitorais ocorreram na forma da Lei, com as prestações de contas aprovadas pela Justiça.”,  Finalizou.

O texto afirma que o senador não conhece Felipe Parente e nenhum dos filhos de Sérgio Machado.

A nota também diz que Renan não indicou Sérgio Machado para a Transpetro.

De acordo com o texto, Renan se coloca à disposição para prestar outros depoimentos, caso necessário.

JORNAL DO CENTRO/DF

DO TAMANHO DO BRASIL

15.06.16