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CRIANÇA É AGREDIDA POR PROFESSOR EM ESCOLA DE TERESINA

CRIANÇA É AGREDIDA POR PROFESSOR EM ESCOLA DE TERESINA

EDUCAÇÃO

DENÚNCIA:

CRIANÇA É AGREDIDA POR PROFESSOR

EM ESCOLA DA PREFEITURA DE TERESINA/PI.

Wilson Cardoso, instrutor de judô do projeto Mais Educação do Governo Federal, vem agredindo crianças em escola da Prefeitura de Teresina.

Na manhã de quarta-feira(16.09.15), por volta das 11 horas, uma criança com inciais de N.D.A.N, de 9 anos, foi agredida pelo instrutor de judô do projeto Mais Educação do Governo Federal.

O infante é estudante na escola municipal Professor Didácio Silva, localizada na Avenida Marechal Hermes da Fonseca, 5105, bairro Lourival Parente, Zona Sul de Teresina.

A mãe da criança relatou a nossa reportagem a sua revolta e indignação, contra o instrutor de judô, conhecido por Wilson Cardoso.

Ao ir até a escola para buscar seus filhos menores, um deles queixou-se de que estava com  muita dor na perna direita, por ter levado uma joelhada violenta do tal instrutor de judô.

A criança conta que estava no patio da escola, conversando com seu coleginha, quando inesperadamente foi abordada com uma forte joelhada na perna direita, de  forma covarde, humilhante e cruel, fazendo a criança cair ao chão com fortes dores.

O outro irmão menor, que também estuda na escola, presenciou o fato, ajudando o infante a se levantar do chão.

O pai do menor agredido, foi até a escola para tirar satisfação com o instrutor de judô, e com a direção da escola sobre este fato vergonhoso e inaceitável.

Ao chegar lá, percebeu que não havia dialogo com o agressor, que estava extremamente exaltado,  tentando ainda intimidar a criança agredida, a mãe e o próprio pai.

A Polícia Militar foi acionada imediatamente para ir até o local com intuito de conduzir o agressor até a delegacia mais próxima da região.

Justifica-se que de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolecente), os direitos da criança agredida deveriam ser preservados com a punição exemplar do agressor.

A pai do menor vítima contou a nossa reportagem, que a POLÍCIA MILITAR DO PIAUÍ, lotada no 6º BATALHÃO DE POLICIAMENTO, demorou quase uma hora para chegar ao local, e quando chegaram, deram mais razão para o agressor(acusado) do que para a criança agredida em vias de fato, causando ainda mais indignação e revolta.

O tempo resposta da PM/PI é trágico, representando um grande favorecimento das ações criminosas, ainda mais quando não existe patrulhamento escolar na sertanias escolares.

Segundo o pai da criança, 3 policias que formavam a guarnição, entraram na escola para abordar o meliante e conduzi-lo até a delegacia, mais depois de quase 10 minutos dentro da escola, voltaram sem o agressor, orintando o pai da criança agredida a ir até uma delegacia, registrar um Boletim de Ocorrência, solicitar o Corpo Delito da Lesão Corporal e buscar os seus direitos na justiça.

Ou seja, a guarnição policial que foi chamada por cidadão para resgardar a sua segurança e a do filho menor, comprovadamente agredido, fazendo valer o DEVER DE OFICIO DA PM/PI segundo a orientação constitucional descrita no artigo 144 da Constituição Federal de 1988,não prestou para nada.

Apenas para impatar o tempo, e, gastar a gasolina da viatura policial comprada com dinheiro público de impostos.

Para a pai da criança, “A POLÍCIA MILITAR DO PIAUÍ está totalmente despreparada, com baixa auto estima, descoordenada em sua função de guardiã dos direitos da sociedade, com baixa capacidade de gestão e ação,  pouca competência ou nenhum compromisso sério para assegurar os direitos da sociedade, exposta a casos vergonhosos como este.”

Em países sérios, o agressor teria sido preso na hora, porém, na linha de raciocínio  da POLÍCIA MILITAR DO PIAUÍ, o agressor deve ficar solto para articular ainda mais prejuizos contra a sociedade de bem.

Além disso, as escolas administradas pela Prefeitura de Teresina, contratam qualquer um e sem nenhum preparo, qualificação profissional e boas referências, para se travestirem de: "Agentes Educadores", expondo a vida  e a formação de crianças a um alto risco de sofrerem abordagens vergonhosas, violentas, covardes e crueis, como a que esta sendo denunciada aqui.

A Escola Professor Didácio Silva tem a direção da diretora Antônia Osmelinda Gomes de Carvalho e da pedagoga Vitória, apelidada pelos pais de alunos de: "pedaloca", por conta dos gritos e intimidações que a servidora pública pratica contra os infantes durante o período de aula.

Na próxima matéria, vamos mostrar tudo o que acontece dentro desta escola contra a dignidade, asegurança, o bem estar e a saúde psicológica dos alunos e alunas que vem sofrendo bulling por meio de gritos, intimidações e agressões.

 PORTAL DO CENTRO TERESINA/PI 
DO TAMANHO DO BRASIL
17.09.15

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