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COMUNISTAS ATACARAM O JUIZ SÉRGIO MORO EM VISITA À PARAÍBA.

COMUNISTAS ATACARAM O JUIZ SÉRGIO MORO EM VISITA À PARAÍBA.

PODER JUDICIÁRIO

Um ATO DA ESQUERDA COMUNISTA contra a honra do juiz federal Sérgio Moro, entitulado como "Escracho do Moro no TCE-PB" foi registrado na manhã de sábado, (28.05.16), em João Pessoa, na PARAÍBA.

O magistrado, responsável pela Operação Lava Jato chegou à João Pessoa para ser homenageado pela Corte do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba(CTCE-PB), onde participou de uma Conferência Internacional “Investimento, Corrupção e o papel do Estado – Um Diálogo Suíço-Brasileiro”, realizado no Centro Cultural Ariano Suassuna, sede do TCE-PB.

Durante o evento que transcorria normalmente, um grupo com mais de 300 manifestantes da esquerda comunista, organizado pelo Movimento Levante Popular, incitou o ódio, a desordem, o desrespeito, a poluição sonora, e o desacato à autoridades por meio de um protesto contra a honra do juizem frente ao TCE/PB.

O ATO DA ESQUERDA COMUNISTA formado por mais de 300 jovens ligados à partidos de esquerda comunista, fazendo uso de faixas, apitos, instrumentos musicais, bandeiras, berravam como loucos frases rotulando o juiz federal de "golpista".

O prédio do TCE localizado no bairro de Jaguaribe, contou com um forte esquema de segurança por meio da Polícia Militar, a qual imediatamente cercou os esquerdopatas aloprados, mantendo-os longe do local onde o evento acontecia.

 

Dentro o evento, manifestantes comunistas fotografaram o juiz federal, postando na página do Movimento Levante Popular, um texto de incitação contra o caráter jurídico do magistrado, conforme link:https://www.facebook.com/levantepopulardajuventude/photos/a.321629677902593.80868.162474053818157/1164480173617535/?type=3&theater

 

Manifestações como estas, vem acontecendo em todo o Brasil e de forma proposital, orquestrada e com apoio financeiro sindical, com único objetivo de promover a Baderna, a Desordem Pública, a incitação ao Ódio entre classes e a Ideologia Comunista, como forma de prosperar o STATOS QUO para a corrupção sistemica no Brasil.

Moro muito confortavelmente, e também amparado por um forte esquema de segurança pessoal sistematizado por agentes fortemente armados da Polícia Federal, proferiu sua palestra sobre a “Cooperação Jurídica internacional e Corrupção Transnacional”.

Em discurso, o juiz reclamou da falta de ajuda dos países para a recuperação dos recursos brasileiros desviados por meio da corrupção sistémica, e ainda, da morosidade do Judiciário Brasileira nos processos de julgamentos.

“Existem barreiras procedimentais e formais.

Claro que nenhum país se recusa, expressamente, a colaborar com as investigações de corrupção, mas na prática, por vezes, se verifica que há dificuldades para se obter a prova que se deseja e as dificuldades encontradas acabam se mostrando intransponíveis para o país que precisa da prova”, disse.

Moro ressaltou ainda, que a Suíça tem sido extremamente importante nessa cooperação, mas por conta da política rigorosa de outros países em matéria de sigilo bancário, apesar do comprometimento do Brasil, se torna muito difícil a cooperação efetiva em alguns casos concretos.

Segundo Moro, o dinheiro tem coração de coelho e patas de lebre, e por isso circula muito rapidamente, fazendo referencia á lentidão da cooperação jurídica internacional ao momento posterior, ou seja, no final dos casos, na recuperação dos ativos desviados criminosamente.

“Para que sejam exitosos esses processos, se provado o crime, evidentemente que tem que seguir a conseqüência do criminoso receber uma sanção criminal, mas hoje em dia não é suficiente.

Também é necessária a recuperação do produto do crime, coisa que no passado não era objeto de preocupação.

Para tanto, não basta só a pena privativa de liberdade, mas também é necessário fazer com que o crime não compense financeira, explicou.

Conforme o juiz, no caso da Operação Lava Jato se obteve informações de que quando as investigações evoluíram e os casos foram descobertos e que alguns criminosos mantinham ativos em contas mantidas na Suíça, logo passavam a transferir o dinheiro para outros países na clara intenção de fugir da ação das autoridades brasileiras e das autoridades da Suíça, que trabalham em cooperação jurídica internacional.

“Alguns caso foram bem sucedidos e outros, não, mais isso ilustra que essa cooperação precisa ser bastante rápida nessa fase de sequestro.

Nós temos também problemas com os processos aqui no Brasil que é bastante conhecido: a morosidade do sistema judicial, mas normalmente essa lentidão é proporcional à complexidade dos casos e esse de crimes de grande dimensão é natural que demore mais que o comum, que gera dificuldades para a repatriação desses valores”, destacou.

JORNAL DO CENTRO/PB

DO TAMANHO DO BRASIL

29.05.16