+35
°
C
+38°
+27°
Teresina
Segunda, 07
Tera
+37° +21°
Quarta
+38° +22°
Quinta
+38° +23°
Sexta
+37° +27°
Sbado
+37° +25°
Domingo
+36° +26°
Ver Previso 7 Dias

CACO BARCELOS FOI EXPULSO DA MANIFESTAÇÃO FRENTE ASSEMBLÉIA DO RIO

CACO BARCELOS FOI EXPULSO DA MANIFESTAÇÃO FRENTE ASSEMBLÉIA DO RIO

MANIFESTOS

A Assembléia Legislativa do Rio (ALERJ), colocou em pauta para aprovação na manhã do dia 16.11.16(Quarta-Feira), um PACOTE DE AJUSTES FISCAIS proposto pelo governador Luiz Antônio Pezão(PMDB/RJ), o que gerou REVOLTA GENERALIZADA aos SERVIDORES ESTADUAIS. 

Por conta disto, um grande PROTESTO tomou a frente da ALERJ, o qual EXIGIA que o PACOTE DE AJUSTES FISCAIS fosse revogado. 

Os manifestantes já em estado de EXTREMA CONVULSÃO SOCIAL, bastante indignados com a manipulação do jornalismo de esquerda da REDE GLOBO DE TELEVISÃO, que também apóia o desgoverno do RIO, segundo eles, tomou medidas radicais para bloquear o acesso aos jornalistas da Globo, ou de outras emissoras de esquerda ao local da manifestação. 

Para os manifestantes, “jornalistas, radialistas e profissionais de imprensa com ideologia socialista e de esquerda comunista, não enganarão ou manipularão mais ninguém neste país.”
O  jornalista de esquerda da TV Globo, Caco Barcellos, ainda quando entrevistava servidoras públicas do estado do RIO, começou a ser agredido pelos manifestantes que o cercaram com gritos, xingamentos e objetos sendo lançados contra sua cabeça. 

O jornalista global do PROFISSÃO REPÓRTER acabou virando um PARA-RAIO HUMANO,  o qual foi canal da descarga de FÚRIA dos SERVIDORES PÚBLICOS DO RIO contra o jornalismo comunista da REDE GLOBO DE TELEVISÃO, inspirado nas orientações de HITLER sobre como deve ser o padrão político de uma emissora de rádio e  televisão. 

Com ânimos bastante alterados, manifestantes berravam com xingamentos por todos os lados contra Caco Barcelos, rotulando-o de “GOLPISTA”. 

Na seqüência da confusão a multidão começou a gritar: “O POVO NÃO É BOBO, ABAIXO A REDE GLOBO”. 

Agentes de Segurança da PM/RJ a paisana no local, prestaram solidariedade ao repórter e ao cinegrafista da Rede Globo, conduzindo-os depressa para fora da manifestação. 

Na caminhada apressada, manifestantes jogaram vários CONES DE TRÂNSITO na cabeça de Caco Barcelos, além de garrafas de água com intenção de feri-lo e expulsa-lo da manifestação. 

Ainda não satisfeitos, a multidão que o seguia tentou agarrá-lo para linchá-lo vivo. 

Policiais percebendo o grande risco à vida de Caco Barcelos,  fizeram um cordão de isolamento para conduzi-lo até um prédio próximo a fim de manter sua segurança até a poeira baixar. 

Com a escolta de policiais, Barcellos entrou no prédio e se escondeu.

ASSISTA NA TELA DA TV DO CENTRO RIO:

Caco Barcelos do Profissão Repórter da Globo foi feito de Para-Raio por manifestantes em protestos no Rio.

Publicado por Portal do Centro Rio de Janeiro em Quarta, 15 de março de 2017

 

ASSOCIAÇÕES REPRESENTATIVAS EMITIRAM NOTA DE REPÚDIO: 

ABI

“A Associação Brasileira de Imprensa deplora as agressões contra o repórter Caco Barcellos da TV Globo, durante protesto de servidores públicos em frente à Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro por entender que representam também uma grave ameaça a liberdade de imprensa e ao livre acesso a informação, assegurados pela legislação em vigor. 

Caco Barcellos foi perseguido por populares e atingido na cabeça por uma garrafa de água e um cone de trânsito. Horas antes, outro repórter foi agredido com um pontapé e perdeu os óculos ao escapar do grupo que o perseguia. 

Atos dessa natureza são inaceitáveis em um Estado Democrático de Direito. Não se pode admitir nos dias de hoje que jornalistas sejam vítimas de qualquer tipo de ameaça ou intimidação no exercício de sua atividade profissional. 

A ABI espera que esses episódios de violência não se repitam diante da péssima repercussão que produzem na imagem do País, onde o jornalismo no Brasil é visto, no exterior, como uma atividade de risco. 

A história tem mostrado como manifestações de intolerância política contra órgãos de imprensa costumam sempre terminar."

Domingos Meirelles, Presidente da ABI 

ABRAJI

"A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, Abraji, repudia as agressões contra dois repórteres que cobriam o protesto de servidores públicos em frente à Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira (16.nov.2016). 

O jornalista Guilherme Ramalho, de O Globo, foi atacado com pontapés quando manifestantes identificaram um adesivo do jornal em seu telefone celular. 

Ele conseguiu correr, mas foi atingido com socos e perdeu os óculos. Um pouco mais tarde, o repórter Caco Barcellos, da TV Globo, foi cercado e expulso do local. 

Os manifestantes atiraram-lhe água, garrafas de plástico e até cones de sinalização viária. 

A Abraji repudia esses ataques e apela aos manifestantes que preservem o trabalho da imprensa. 

A livre informação é a principal arma de uma sociedade em luta democrática. 

A Abraji orienta os repórteres a registrarem as agressões junto à Polícia Civil, e pede que os agentes investiguem as ocorrências. Aos policiais militares, a Abraji pede que ajude os profissionais da imprensa a fazerem a cobertura dos protestos com segurança." 

Diretoria da Abraji 

ABERT, ANER E ANJ 

As agressões contra os profissionais de imprensa também foram repudiados pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), pela Associação Nacional de Editores de Revistas ( ANER) e ainda pela Associação Nacional de Jornais (ANJ). 

"As Associações consideram INTOLERÁVEL que todo e qualquer cidadão, em especial os profissionais da comunicação, sofram ameaças ou agressões durante coberturas jornalísticas. Impedir a atuação da imprensa é uma afronta ao direito constitucional da sociedade de acesso às informações de interesse público". 

No comunicado, Abert, Aner e ANJ pedem às autoridades do Rio a "apuração rigorosa do ocorrido e a punição dos responsáveis". 

TV DO CENTRO

DO TAMANHO DO BRASIL

RIO DE JANEIRO / RJ

18.11.16