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BRASIL É RESPONSÁVEL POR 15% DAS EXPORTAÇÕES DE COMODITTIES NO MUNDO

BRASIL É RESPONSÁVEL POR 15% DAS EXPORTAÇÕES DE COMODITTIES NO MUNDO

No Porto de Paranaguá, no Paraná, quase metade das exportações 
brasileiras ainda é composta de produtos primários, como grãos, 
minérios, petróleo e madeira.

Embora nos últimos anos o Brasil tenha se beneficiado de circunstâncias econômicas externas e internas especialmente favoráveis, economistas alertam para a alta e crescente participação de commodities, produtos primários, na matriz de exportação brasileira.

Quase metade (48%) dela é composta por produtos in natura (principalmente produtos agropecuários, minérios, petróleo, gás e madeira). Ao mesmo tempo em que o país é beneficiado por essa produção, a avaliação é de que se trata de uma pauta de exportação muito vulnerável a variações nos preços internacionais e ao padrão de consumo de outros países.

Ao se analisar as matrizes de exportação de outros países que participam ativamente do comércio internacional, como:

1) China (onde a participação dos produtos intensivos em recursos naturais é de apenas 9,3%);

2) Estados Unidos (15%), México (23%) ou Índia (29%), percebe-se que há um equilíbrio entre esses produtos e os de valor agregado em tecnologia.

Só para se ter uma ideia, a participação decommodities em todo o comércio mundial é de apenas 26%, média bastante inferior ao percentual do Brasil.

A chamada “reprimarização” da pauta de exportação do Brasil já é um fato, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Entre 2007 e 2010, a participação de commodities na pauta de exportações brasileiras saltou de 41% para 51%, depois de ficar em torno dos 40% durante todos os anos 1990.

Os dados são do estudo A Primarização da Pauta de Exportações no Brasil: ainda um dilema, dos pesquisadores Fernanda De Negri e Gustavo Varela Alvarenga (veja infográfico abaixo).

Hoje, segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), mais de 60% das exportações brasileiras são constituídas de produtos não industriais ou de relativamente baixa intensidade tecnológica (commodities, produtos intensivos em mão de obra e recursos naturais) e menos de 30% são produtos de maior conteúdo em tecnologia.

Há sete anos o país detinha a exportação de 3,77% de todas as commodities negociadas no mundo.

Em 2009, a participação subiu para 4,66%, índice bastante superior à participação do Brasil no total do comércio internacional, estimado em cerca de 1,5%.

Ou seja, desde 2005 vem caindo a participação do país nas exportações mundiais em todas as demais categorias.

Enquanto em 2005 o país detinha 0,94% do total da exportação mundial de produtos de média intensidade tecnológica, em 2009 o percentual caiu para 0,74%.

Já a contribuição do Brasil para o total de exportações mundiais de produtos de alta tecnologia foi de 0,5% para 0,49% no mesmo período, segundo o estudo do Ipea.

Como se vê, índice bastante inferior à participação nacional nas trocas entre os países.

Consequentemente, o déficit na balança comercial de produtos dos segmentos de média-alta e alta tecnologia, segundo o MCTI, passou de US$ 10,1 bilhões em 2007 para US$ 28,4 bilhões em 2010, um aumento de 184%.

Os componentes eletrônicos, por exemplo, em especial os semicondutores e displays(optoeletrônicos), com um mercado mundial estimado, em 2010, em US$ 410 bilhões, têm participação de cerca de 80% das importações de componentes eletrônicos (cerca de US$ 6 bilhões em 2010).

Outro setor que importa muito é o da saúde, responsável por um déficit de US$ 10 bilhões na balança comercial do Brasil em 2010.

Por outro lado, no mercado de produtos de alta tecnologia, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas, Cingapura, Coreia do Sul, Taiwan e Tailândia, na Ásia, alcançaram exportação de mais de US$ 550 bilhões no período 1998–2010, enquanto a China, sozinha, vendeu ao resto do mundo mais de US$ 450 bilhões no mesmo período.

JORNAL DO CENTRO/PR

DO TAMANHO DO BRASIL

20.05.16

ECONOMIA

O CEO do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, e mais nove executivos do banco, foram indiciados Na OPERAÇÃO ZELOTES por crimes de Tráfico de Influência, Corrupção Ativa e Passiva, Organização Criminosa, Lavagem de Dinheiro.

O diretor vice-presidente Domingos Figueiredo de Abreu, e ainda o diretor gerente e de relações com investidores, Luiz Carlos Agelotti, também foram indiciados.

Segundo as investigações, o grupo investigado agia para corromper integrantes do CARF(Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), com negociações sobre um "contrato" para anular um débito de R$ 3 bilhões de Reais com a Receita Federal.

A Polícia Federal já sabia que Trabuco e mais dois executivos do Bradesco, havia se encontrado com emissarios da ORCRIM, para discutir como seria realizada a operação dentro do CARF.

Também foi indiciado o auditor da Receita Federal, Eduardo Cerqueira Leite, que articulou a reunião entre integrantes da ORCRIM e os executivos do banco.

O Ministério Público Federal está analisando os relatórios da PF, e poderão apresentar denuncia contra Trabuco ao Judiciário.

Diante da gravidade da situação deplorável dos executivos do Bradesco, indiciados pela OPERAÇÂO ZELOTES da Polícia Federal, uma NOTA foi divulgada pela Assessoria de Imprensa da instituição:

"O Bradesco informa que não houve contratação de serviços oferecidos pelo grupo investigado. Acrescenta que foi derrotado por 6 votos a 0 no julgamento do CARF.O Bradesco esclarece ainda que o presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi, não participou de qualquer reunião com o grupo citado. O mérito do julgamento se refere á ação vencida pelo bradesco em todas as instâncias no judiciário, em questionamento à cobrança de adicioal de Pis/Cofins. Essa ação foi objeto de recurso pela Procuradoria da Fazenda  no ambito co CARF. O Bradesco irá apresentar seus argumentos juridicamente por meio de seu corpo de advogados". finalizou. 

CONFIRA O GRÁFICO QUE MOSTRA A DESVALORIZAÇÃO DO BRADESCO.

EM 15 MINUTOS, O BRADESCO PERDEU  R$ 7 BILHÕES.

A QUEDA NA VALORIZAÇÃO DE MERCADO ACONTECEU APÓS A NOTÍCIA BOMBA

SER DIVULGADA PELA IMPRENSA, SOBRE O INDICIAMENTO DE SEUS EXECUTIVOS NA ZELOTES

A queda das ações do Bradesco(BBDC3;BBDC4), despencaram em queda livre na sessão da Bolsa de Valores nesta última terça-feira(31.05.16).

Após a NOTÍCIA BOMBA ser divulgada pela imprensa, de que o CEO do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, e mais onze executivos do banco, foram indiciados Na OPERAÇÃO ZELOTES pela Polícia Federal, que investiga compra de decisões do CARF( Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

Por volta das 15:02(Horário de Brasília), os PAPÉIS PN BRADESCO, cairam de R$ 23,60 para R$ 22,23, e os ATIVOS ON, caíram de R$ 25,15 para R$ 23,96.

Essa desvalorização no valores, levou o Bradesco a perder valor de mercado estimado em R$ 7,108 Bilhões, apenas em 15 minutos após a NOTÍCIA BOMBA ser divulgada.

Deste total, as queda das ações referente aos PAPÉIS BBDC4 forma de R$ 3,804 Bilhões, somadas a queda dos ATIVOS ON em R$ 3,304 Bilhões.

JORNAL DO CENTRO/SP

DO TAMANHO DO BRASIL

01.06.16

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