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AS FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL COMPÕE-SE COM 55 % DE MULHERES

AS FORÇAS ARMADAS DE  ISRAEL COMPÕE-SE COM 55 % DE MULHERES

INTERNACIONAL

Assim como os homens, as mulheres israelenses aptas ao serviço militar, são recrutadas aos 18 anos de idade, servindo por um período inicial de dois anos.

Após o cumprimento desse serviço, elas servem na reserva uma vez por ano, até os 24 anos de idade (enquanto seus pares masculinos servirão até os 40 anos de idade).

Na foto, soldadas representam a fama mundial da IDH de mulheres bonitas em seu regimento no exército de Israel.

O Exército de Israel destaca a alta representação de mulheres em suas fileiras, muitas delas em cargos de comando.

O país é líder na integração entre homens e mulheres nas Forças Armadas. Cerca de 55 % dos soldados em treinamento para oficiais são mulheres.

Elas são 34% dos que servem o Exército, incluindo 23% de todos os oficiais e sargentos. 92% dos postos de trabalho estão abertos para as mulheres. 1.500 combatentes femininas se alistam anualmente – não judias também são acolhidas.

“O Exército é o símbolo supremo do dever e, enquanto as mulheres não forem iguais aos homens em realizar este serviço, elas não terão obtido a verdadeira igualdade. Se as filhas de Israel estiverem ausentes do Exército, então o caráter da comunidade judaica será distorcido", disse David Ben-Gurion, um dos fundadores de Israel.

Ainda em 1948, ano da criação do Estado, foi instituído o serviço militar obrigatório para mulheres sem filhos.

No Brasil, a segurança pública é tratada com total descaso e imcompetência, o que para o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a LIBERDADE, a SEGURANÇA, a VIDA e o BEM ESTAR da Nação devem ocupar a prioridade máxima nas ações de um governo.

JORNAL DO CENTRO/IL

DO TAMANHO DO BRASIL

27.05.16

INTERNACIONAL

ERA HITLER E STANLIN:

50 ANOS DE GUERRAS E DERRAMAMENTO DE SANGUE

No meio do século XX, existiam dois impérios totalitários da Europa:

A Alemanha nazista de Hitller e a União Soviética Comunista de Stalin

Ambos conseguiram matar 14 milhões de não-combatentes(civis), na paz e na guerra.

Assassinatos em massa ocorreram nas “TERRAS SANGRENTAS” do território do Mar Báltico ao Mar Negro, onde os regimes mais homicidas da Europa praticaram a maior parte dos assassinatos.

As terras sangrentas estavam entre dois projetos cruéis: As idéias deAdolf Hitler sobre supremacia racial e expansão oriental, e oDesejo da União Soviética de refazer a sociedade de acordo com a VISÃO COMUNISTA.

 Isto significava assassinar cruelmente com armas, fome e até com o uso de câmaras de gás, todos aqueles que não se curvassem diante do sistema satânico de Hitller e de Stanlin.

Assim como Stalin culpou os camponeses pela falha na coletivização, Hitller culpou os judeus por suas falhas militares no leste europeu.

Hitller e Stalin dividiam a mesma estratégia de tirania contra o seu próprio povo:

Eles causavam catástrofes, culpavam o inimigo por suas escolhas e depois usavam as mortes de milhões de civis para alegar que seus atos eram necessários ou desejáveis.

Os dois tinham utopias transformadoras, um grupo para culpar quando suas realizações se provavam impossíveis e uma estratégia de assassinato em massa que podia ser proclamada como uma vitória ersatz(falsa).

Cerca de 3,3 milhões de pessoas foram forçadas a morrer de INANIÇÃOna Ucrânia Soviética, na fome de 1993 que se seguiu à coletivização destrutiva de Stalin.

Outros 250 mil cidadãos soviéticos, predominantemente poloneses, foram mortos devido à sua origem étnica entre 1937 e 1938.

Às vezes, a polícia pegava nomes de poloneses em guias telefônicos, ou fazia prisões em massa em igrejas polonesas, perseguindo a fé religiosa e a liberdade de culto.

Algumas histórias permaneceram desconhecidas por serem inconvenientes.

O número de pessoas mortas no bombardeio alemão a Varsóvia em 1939, por exemplo, foi próximo ao n´mero de mortos no bombardeio dos Aliados a Dresden em 1945.

A Polônia pós-guerra não estava em estado de ganhar reconhecimento por isso.

A aliança entre soviéticos e nazistas em 1939 foi “CIMENTADA EM SANGUE”, declarou Stalin.

Poucos quiseram lembrar este fato dois anos depois, quando os alemães invadiram a União Soviética na Operação Barba-Roxa.

Hitler e Stalin firmam pacto entre a Alemanha e a URSS / 23-08-1939 D.C.

No dia 23 de agosto de 1939, o pacto Ribbentrop-Molotov foi firmado, em Moscou, entre a Alemanha nazista, de Hitler, e a União Soviética, de Stalin.

O tratado estabelecia cláusulas de não agressão entre os países, o compromisso pela busca de soluções pacíficas entre ambas as nações, a intenção de estreitar os laços econômicos e comerciais e ajuda mútua.

O tratado também continha cláusulas secretas nas quais eram praticamente definidas a divisão do oeste e centro da Europa, fixando os limites da influência da Alemanha e da URSS mediante mútuo acordo, determinando que Polônia seria uma "zona de influência", repartida entre ambos os países, enquanto que a Alemanha teria que reconhecer a Estônia, Letônia e Lituânia como "zonas de interesse soviético".

Pelo pacto, os países também se comprometiam a fazer uma consulta mútua sobre assuntos de interesse comum e também não poderiam participar de alianças fossem contra algum dos estados participantes do pacto, no caso Alemanha ou URSS.

Contudo, no final de 1940, Hitler quebrou o acordo e, em 22 de junho de 1941, as tropas nazistas atacaram, de surpresa, a União Soviética.

Os aliados do Ocidente pouco fizeram para acabar com o Holocausto.

Poucos quiseram lembrar que o único governo que agiu diretamente para ajudar os judeus foi o polonês: sete das oito primeiras operações conduzidas em Varsóvia pelo exército da Polônia foram a favor da insurreição dos guetos. (Após a guerra, as autoridades comunistas executaram soldados poloneses que ajudaram os judeus como “fascistas”).

Stalin considerou todos os prisioneiros soviéticos de guerra traidores.

Seus captores alemães os mataram de fome aos milhões; ninguém lamentou suas mortes.

O Holocausto, também, não entrou na historiografia soviética, especialmente quando o anti-semitismo pós-guerra se intensificou (“Todo judeu é um nacionalista e um agente da inteligência norte-americana”, disse Stalin em 1952).

Memoriais para judeus assassinados não levavam a estrela de David, e sim a estrela soviética de cinco pontas, e se referiam a “cidadãos soviéticos” ou “vítimas do fascismo”.

Muitas das histórias contadas no livro são conhecidas como tragédias étnicas ou nacionais.

Poloneses se focam no levante de Varsóvia; judeus em Auschwitz, russos em Leningrado; ucranianos na grande fome, porém, as tragédias interagiram e reforçaram uma a outra.

Hitler aprendeu muito com Stalin, e vice-versa.

Alemanha e Rússia (alemães e russos) saíram-se melhor, ou menos horrivelmente, que os lugares no meio (havia mais judeus na cidade polonesa de Lodz do que em Berlim e Viena somadas).

Nenhum pedaço do que agora é a Bielorrússia e a Ucrânia foi poupado.

Muito da Alemanha e ainda mais da Rússia permaneceram ilesos, pelo menos fisicamente, após a guerra.

O tratamento bestial de trabalhadores escravos em campos de concentração e o uso de câmaras de gás são vistos como os epítomes da perseguição nazista.

Mas os alemães também atiraram e mataram de fome outros milhares.

Em apenas alguns dias do ano de 1941, os nazistas atiraram em mais judeus no leste europeu do que eles mantinham presos em todos os seus campos de concentração.

Ainda existem criticos que acreditam que a União Soviética, mesmo com todas as suas falhas, não pode ser comparada ao Terceiro Reich, pioneiro no genocídio étnico.

Fazer isso, os críticos argumentam, legitima ultranacionalistas na Europa Oriental que minimizam o Holocausto, exageram seu próprio sofrimento e se desviam da culpa por suas colaborações com os carrascos de Hitler.

O argumento é tendencioso e injusto.

Não se deve diminuir o lugar central do Holocausto na história do século XX, assim como não ignorar o sofrimento soviético nas mãos de Hitler ou o heroísmo dos soldados que destruíram o Terceiro Reich.

O Holocausto precisa ser reforçado, especialmente na Rússia, onde a opinião pública e a oficial ainda mantêm uma “queda” pela liderança de Stalin durante a guerra.

Os assassinatos étnicos da União Soviética foram anteriores aos da Alemanha Nazista.

Stalin não foi diretamente responsável pelo Holocausto, mas seu pacto com os nazistas pavimentou o caminho para as matanças de Hitler no leste europeu.

Stalin era tão mau quanto Hitler, sendo capaz de matar os próprios amigos se desconfiasse deles, e depois, marcava presença nos velórios para mostrar o seu fascismo de solidariedade.

O comunista Stanlin foi um assassino mais frio e cruel, promoveu mortes em massa, perpetuado pelos soviéticos na Ucrânia ou em qualquer outro lugar é moralmente equivalente à exterminação moral dos judeus pelos nazistas.

Ambos os impérios totalitários transformaram seres humanos em estatísticas, e suas mortes ilustram um: SINAL DE ALERTA PARA QUE TODOS NÓS, SEJAMOS PATRIÓTAS AGUERRIDOS E DISPOSTOS A LUTAR EM FAVOR DE NOSSO BRASIL, COMBATENDO COM VEEMÊNCIA TODAS AS LINHAS DE CONFRONTAÇÃO COMUNISTA, NAZISTA, SOCIALISTA E TERRORISTA QUE VENHAM TENTAR SE IMPOR CONTRA OS VALORES NAÇÃO BRASILEIRA.

DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA, TRABALHO E ESTUDOS.

JORNAL DO CENTRO

28.09.15 

Resumo que mostra as semelhanças entre o Socialismo de Marx, Lenin e Stalin e o Nacional Socialismo de Hitler. Percebam como somente as pessoas ignorantes ou com distúrbios mentais ou com tendências psicopáticas são as que defendem a consolidação de um Esquerdismo Político em seu país natal. Voltamos a avisar que este é o lado tenebroso da ideologia do esquerdismo político que os socialistas escondem dos ignorantes. "Eles" só iniciam certos atos depois que todas as esferas do poder estão dominadas.É isso o que vocês querem para o Brasil? Sai dessa Brasil !!!

Posted by Tenho Vergonha on Quinta, 6 de agosto de 2015
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