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ABIN ESPIONOU JORNALISTAS DURANTE GOVERNO LULA/PT

ABIN ESPIONOU JORNALISTAS DURANTE GOVERNO LULA/PT

DEFESA NACIONAL

ESCANDÂLO DA "OPERAÇÃO MIDIA" DEU EM QUE?

Segundo a revista VEJA, um ex-analista do Departamento de Contra Inteligência do órgão, revelou que a agência foi usada ilegalmente para investigar repórteres, jornalistas e donos de Empresas de Comunicação.

O Tenente-Coronel André Soares, ex-analista do Departamento de Contra-Inteligência(ABIN). revelou casos que marcaram sua atuação na agência, como a“OPERAÇÃO MÍDIA.” 

“A operação tinha como alvo a imprensa. Não tenho condições de afirmar em que proporções, mas a imprensa era o alvo.” 

Um documento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que descreve detalhes de uma queda de braço travada entre um agente e seus superiores durante o governo Lula, tem valor histórico inestimável.

Esse documento, hoje arquivado, é a evidência oficial mais forte até aqui de algo que agentes confidenciavam a jornalistas, mas não podiam provar: o governo Lula espionou a imprensa.

O texto revela que houve uma "OPERAÇÃO MÍDIA", ação clandestina de espionagem de jornalistas e donos de Empresas de Comunicação

A revista VEJA teve acesso ao documento de seis páginas no qual o tenente-coronel André Soares revela a existência da operação ilegal.

Soares trabalhava como analista de informações da agência havia dois anos.

Estava lotado na área de contra-inteligências, encarregada de vigiar suspeitos de ligação com grupos terroristas e de monitorar a ação de espiões estrangeiros em território brasileiro.

Antes de chegar à Abin, tinha passado pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE).

No documento, o oficial relata que foi convocado à sala do chefe no final do expediente do dia 18 de junho de 2004, o coronel João Noronha Neto,coordenador de contra-inteligências da agência.

Lá, recebeu a missão de procurar um determinado informante.

Tudo o que o chefe lhe passou foi o codinome do informante, sua profissão, o lugar do encontro e, o mais importante, o título e o objetivo da missão:"OPERAÇÃO MÍDIA".

Ele condiderou como "muito estranho", e por conta disto,  pediu que a ordem fosse formalizada por escrito.

Algo que seu chefe, o coronel João Noronha, negou-se a fazer. 

"OPERAÇÃO MÍDIA" era clandestina, e o tenente-coronel Soares descobriria depois.

Ela visava espionar jornalistas e donos de meios de comunicação.Incomodado, o oficial do Exército resolveu comunicar os fatos à direção geral da ABIN.

Fez isso por escrito. Redigiu, em 25 de junho de 2004, um documento de seis folhas.

A peça foi obtida pelo repórter Robson Bonin, que expôs seu conteúdo em uma das edições da REVISTA VEJA.

Ficou-se sabendo que o alvo principal de LULA/PT era tudo e todos da imprensa Brasileira, usando a ABIN para fazer o serviço sujo(ILEGAL).

Segundo o Tenente-Coronel André Soares, o GOVERNO FEDERAL e os chefes dos ESTADOS da federação devem respeitar a triade do SERVIÇO SECRETO, regido pela Legalidade, pela Ética e pelo Sigilo, respeitando o ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

Segundo ele, a ABIN deve ser extinta em caráter de extrema urgência, sob o argumento do envolvimento ilegal da Agência em ações que atentam contra o ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, o que representa umaCÉLULA CANCERIGÊNA MORTAL para a sociedade, que deve ser extirpada.

LULA abusou do seu poder político criminosamente ao usar a Abin para cercear o direito da imprensa, por meios ilícitos do SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA SECRETO DO GOVERNO FEDERAL.

“…Tomei conhecimento que o referido informante é da denominada Operação Mídia”, anotou o tenente-coronel Soares no documento. “Esta operação, conforme documento do CCE [Coordenação de Contra-Espionagem] (anexo), está em curso, em Brasília, com despesa para o DCI [Departamento de Contra-Inteligência], não incluída no Plano Nacional de Contra-Espionagem (PNCE)…”

Dois dias depois de protocolar o documento no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, órgão de cujo organograma pende a Abin, o tenente-coronel Soares foi demitido da agência.

Ele relatou que chegou até ser ameaçdo de morte, e que depois de passar pela ABIN, sua vida virou um inferno na terra.

Localizado pelo repórter em Belo Horizonte, ele confirmou o teor do documento.

“A operação tinha como alvo a imprensa. Não tenho condições de afirmar em que proporções, mas a imprensa era o alvo.”

O oficial não quis revelar detalhes do que testemunhou na Abin.

“Tenho documentos que provam que essa operação estava em curso em Brasília”, limitou-se a dizer.

“Em vários documentos internos que devem estar arquivados na Abin, eu detalho todos esses fatos”.

Além de protocolar seu texto de seis páginas, o tenente-coronel Soares fez a denúncia pessoalmente, numa conversa com o general Wellington Fonseca, adjunto do também general Jorge Félix, então ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Segundo conta Soares, o general Fonseca “lamentou o episódio, mas, até onde eu sei, não tomou nenhuma providência.”

Procurado, o GSI, órgão que abriga a Abin, não quis comentar o caso.

Em nota, escreveu que “não se manifesta, publicamente, sobre o conteúdo de documentos da Agência Brasileira de Inteligência.”

O Tenente-Coronel André Soares faz um ALERTA GRAVÍSSIMO à toda a sociedade brasileira, para que incomode a COMISSÃO MISTA DE CONTROLE DAS ATIVIDADES DE INTELIGÊNCIA(CCAI), órgão máximo que regulamenta o setor do SERVIÇO SECRETO e que está acima da presidência da republica, para que este julgue em favor do ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO todos os atos ilícitos cometidos pela ABIN sob o comando do governo LULA/DILMA/PT.

A CCAI está sob o comando político do PSDB, e tem como presidente o senador Aloysio Nunes Ferreira do PSDB/SP, seguido por seu vice, o Deputado Federal Pedro Vilela do PSDB/AL, auxiliados por um grupo de mais 10 figurões da política nacional.

Um órgão como o CCAI, deveria estar nas mãos das FORÇAS ARMADAS DO BRASIL, e não de personalidades políticas, o que traçaria um parâmetro coeso com a Justiça, a Ética, a Legalidade e o respeito ao ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

JORNAL DO CENTRO/DF
DO TAMANHO DO BRASIL
21.05.16